
Vejo-me
criança
E isso faz bem
Literalmente.
Finjo-me
bailarina
Com as mesmas
sapatilhas
Sentada ao lado
De um rio
- nascente -
Nascemos
Ora eu
Ora ele
Num afagar
de
ondulações
Desenho borboletas
Com asas
negras
E a alma
rosa
De leves paixões.
Não
Nem de longe
Sou a mesma
infante
Da qual me perdi
Sentada no
remanso
Sou apenas
Vestígio,
Estrela desastrada
Que caiu
Aqui
Desejo
Que se fez bendito
No passo
Solto e leve
Que me fez pairar
Agora
Sou corpo
inerte
que
Carrega o peso
De não
Saber planar.
(Jessiely)
1 comentários:
hei, grande poeta.
beijos
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