quinta-feira, 19 de maio de 2011

Faroeste




Tanto guerreou

Abriu estrada, ergueu muros
rompeu noites no mais infiel escuro
para
depois
tão covarde, sem ser morto ou ferido

entregar o meu ouro e o seu,
ao bandido.





(Jessiely Soares)




1 comentários:

Bárbara Queiroz disse...

Lindo poema!

Abraços