sábado, 30 de outubro de 2010

Dejavú

Minha mãe e eu criamos Anniely desde que ela era apenas um pensamento.
Ficamos felizes com sua chegada porque ela trouxe, além de alegria, um cheiro de bebê pela casa.
Nós a educamos com singelezas e aos finais de semana saímos a passear em campos de borboletas.
Todavia minha mãe tem uma idéia de cantar inocência e as Pretinhas da Guiné, depois do trabalho, com a vida cansada de tantos alunos diários. Também tem o costume de achar que palavras ao contrário, desde que vindas da minha filha, são coisas encantadas. Eu discordo de alguns pontos...
O bonito dessa história vai ser ver Anniely, que desde a mais tenra idade deixa claro que detesta regras, crescer e dizer aos filhos:

- Minha avó? Minha avó é uma revolucionária!



(Jessiely Soares)

4 comentários:

Rodrigo Passos disse...

gostei do seu texto!

André Ulle disse...

Brilhante o texto!
não conhecia esse teu espaço ainda, agora com certeza vou acompanhar

otto M disse...

Vim aqui por causa de um poema seu no blog falópios e constatei: a qualidade nos seus textos é uma constante. A uma delicadez indizível em tudo que escreves.

Jessiely Soares disse...

:)

Muchas gracias, compañeros!

Gosto da presença de vocês no meu espaço... Fico feliz!

Besos.